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perguntas frequentes

Quando devo procurar um Psicólogo?

A procura por um Psicólogo é particular de cada indivíduo, é singular. Algumas pessoas me procuram por quererem fazer mudanças positivas e duradouras em suas vidas, por sentirem que há um desequilíbrio na sua rotina, sentirem-se ansiosas e estressadas, com sintomas de pânico, porque estão tendo dificuldades com relacionamentos, no trabalho, na faculdade ou na escola. Tem aqueles que procuram porque estão tendo algum sofrimento, outros procuram para autoconhecimento, por problemas familiares ou com filhos, para Orientação Vocacional/Profissional e também, há aqueles que procuram por conta de encaminhamento médico. 

Os motivos são os mais variados. Vale destacar que quando a pessoa, ou aqueles que estão próximos a ela, identificam uma necessidade, um problema ou uma dificuldade, que parece interferir no dia a dia dessa pessoa, a busca por um Psicólogo pode favorecer e proporcionar um espaço, para que juntos, paciente e profissional, possam buscar meios funcionais de enfrentar os problemas e as dificuldades.

Se tenho amigos e posso conversar com eles, por que fazer terapia?

O grupo de amigos é muito importante na vida do ser humano. É para ele que contamos nossos segredos, dividimos sonhos, buscamos ajuda para realiza-los. É com os amigos, que desabafamos e procuramos colo nos momentos mais difíceis.

No entanto, existem momentos que precisamos de uma escuta diferenciada, sem julgamentos e que nós mesmos, vamos construindo maneiras de identificar aquilo que nos proporciona insatisfação e alternativas de lidar com elas.

Muitas vezes os recursos que temos, não estão mais sendo satisfatórios para lidarmos com as situações e mesmo procurando um amigo, não conseguimos encontrar outros recursos. O Psicólogo, devolvendo ao paciente aquilo que é próprio dele, poderão construir juntos, novos recursos de enfrentamentos. O profissional busca proporcionar condições para que a pessoa possa ampliar sua visão, viver sobre novas perspectivas, conhecer suas potencialidades e limites.  

Como escolher um psicólogo?

A escolha de um psicólogo é muito pessoal. Ao conhecer o profissional e ao longo do processo psicoterapêutico, o paciente deve se sentir à vontade com ele, com a forma como ele conduz o trabalho e principalmente, que psicólogo e paciente desenvolvam uma relação de confiança. Não existe uma regra pré-estabelecida, mesmo porque existem diversas abordagens teóricas, das quais nós psicólogos, nos apropriamos para conduzir os procedimentos terapêuticos.      

 

E medicamentos, o Psicólogo pode receitá-los?

NÃO. O Psicólogo não é nem autorizado, nem habilitado para prescrever qualquer tipo de medicamentos. Quando este profissional verificar a necessidade de associação medicamentosa ao tratamento psicológico, é necessário o encaminhamento a um médico psiquiatra ou outra especialidade que o Psicólogo julgar necessário.  

“Oi, eu gostaria de saber quanto está saindo a consulta?”

Essa é uma frase que os psicólogos escutam com uma frequência considerável, principalmente pelo telefone, quando um cliente os procuram. Assim como em toda profissão, há um valor base para que o profissional desempenhe seus trabalhos. A consulta de um psicólogo varia de acordo com a atividade que ele irá fazer, como por exemplo, ações para diagnóstico psicológico, orientação e seleção profissional, psicopedagogia, acompanhamento e orientações psicológicas e assessoria em psicologia. Esses valores são particulares de cada profissional, o que significa que pode haver variações entre eles. O mais aconselhável é o cliente entrar em contato com o psicólogo que deseja e conversarem, de preferência pessoalmente, sobre os motivos que o levou a procurá-lo e também, sobre o investimento financeiro que fará, para que possa se programar.

Por que alguns psicoterapeutas cobram falta dos pacientes?

Quando você procura por psicoterapia, há a escolha do melhor horário para que paciente e psicólogo se encontrem. Aquele horário combinado é seu e o profissional vai se dedicar exclusivamente a você. Essa dedicação não é somente naquele horário pré-determinado, há toda uma preparação, o que inclui estudo de caso, leituras de livros e textos, para que a psicoterapia não seja apenas um encontro entre pessoas.   O compromisso de um horário é seu e do seu psicoterapeuta, você de comparecer nas sessões e ele, logicamente além de também estar presente, deve oferecer o melhor do seu conhecimento. Logo, se você não avisa e não vai no horário combinado, você se responsabiliza por essa falta. Assim também, se o psicólogo, por qualquer motivo não puder atendê-lo no seu horário e mesmo que tentem, não encontrarem outra disponibilidade, ele que se responsabilizará por essa falta. Você está pagando pelo seu horário e o psicólogo recebendo pelo dele, então se você não avisa e não vai, o horário continua ali e você pagará por ele, da mesma forma que se o psicólogo não está lá para atendê-lo, ele não o recebe.

Qual a diferença entre psicoterapia, terapia e análise?

Psicoterapia e terapia, são apenas termos diferentes utilizados para falar sobre a mesma coisa. Em linhas gerais, ambos referem-se ao tratamento realizado através de métodos e propósitos psicológicos, que independem da abordagem teórica usada e pauta-se nos objetivos mais pontuais do cliente.
A análise, de um modo geral, é um termo referente ao uso do processo metodológico psicanalítico para tratar as questões psicológicas dos indivíduos.    

É só o psicólogo que pode fazer psicoterapia?

Penso que essa pergunta deve ser respondida por partes. Primeiramente a Psicologia é uma Ciência que estuda os fenômenos e processos psicológicos, levando em consideração os fundamentos epistemológicos e históricos da humanidade. O psicólogo é graduado em Psicologia e está habilitado, pelo Conselho Regional de Psicologia – CRP, a exercer funções em diversos campos como na clínica, no hospital, no jurídico e forense, em organizações, no âmbito educacional, dentre outros. Pinçando o campo clínico, o psicólogo, a partir de queixas específicas do indivíduo que o procurou, considera atentamente, pesquisa e estuda o desenvolvimento emocional, os processos mentais e sociais desse indivíduo, iniciando-se assim, o atendimento clínico.

Pois bem, chegamos então a Psicoterapia. Esta refere-se a um método que considera as questões psicológicas e emocionais, voltadas para crianças, adolescentes e adultos. Visa identificar e desenvolver em seus clientes a percepção de si e do mundo, refletindo sobre pensamentos, sentimentos e comportamentos. Esse método pode ser praticado por psicólogos que estejam devidamente registrados no CRP ou por profissionais que tenham formação, tanto teórica como clínica em psicoterapia. Geralmente, esses profissionais são psiquiatras ou de alguma área da saúde.  É importante saber se esse profissional possui a formação em psicoterapia, para que ele possa exercer a prática psicoterapêutica e que não esteja utilizando o título de psicólogo. No site do Conselho Federal de Psicologia – CFP sob o item “fale conosco” (http://site.cfp.org.br/contato/psicoterapia/ ), é possível verificar a informação de que a psicoterapia não é atividade privativa dos psicólogos, mas que os outros profissionais não podem usar o título de psicólogo, caso não tenha, para realizar psicoterapia.

 

Quando vou ter alta da terapia?

Essa é uma dúvida que deve ser esclarecida desde o primeiro encontro entre o psicólogo e o paciente. Na psicoterapia o termo “alta” é relativo, pois depende de cada caso e dos objetivos do paciente, que serão avaliados e reavaliados pelo paciente e pelo psicólogo, de acordo com sua abordagem de trabalho, no decorrer do acompanhamento psicoterapêutico. Na maioria dos casos, o indivíduo procura a psicoterapia por um motivo especifico, mas na medida em que essa demanda inicial vai sendo contemplada, o paciente também pode perceber outras e querer abordá-las no processo psicoterapêutico. No atendimento psicoterapêutico cognitivo-comportamental o objetivo principal é que o paciente se torna cada vez mais proativo e independente.  É importante destacar que mesmo que haja uma queixa principal, o processo de autoconhecimento não se esgota nunca.

 

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